ontologia poética

Aqui é o território onde as palavras se mostram, em ontologias poéticas. Em histórias e estudos de caso de ninguém, de pessoas conhecidas, desconhecidas e inexistentes também.

Palavras sem pontuação. Que fogem da gramática como quem foge de regras, amarras ou prisões. Que não se importam muito se são escritas com s ou z, j ou g, ou se existe uma vírgula ou um ponto final pra enfatizar um sentimento, uma pausa ou uma existência de pontuações.

Aqui, as palavras não se preocupam em dizer nada… elas existem para falar de palavras. De nadezas ou irrealidades. Poesia, entrelinhas, expurgos, vômitos, transbordamentos sem muitas regras. Da pele ao osso… Umbigo, entranhas: estranhas palavras… Palavras esquizofrênicas.

Ou não…

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