Despalavras do corpo

A ideia que estimula a existência deste território vem de um interesse em brincar com a linguagem, de questionar a ciência, de inventar objetos. E o objeto escolhido para inventarmos aqui (e fora daqui), foi o Corpo, já que é com ele que caminhamos por aí.

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Seja por um olhar afetado pela Psicologia, seja pela Arte, pela Ciência, pelo cotidiano de quem escreve neste espaço, ou por qualquer coisa que seja, o corpo será abordado de diversas maneiras. Nenhuma é definitiva, nenhuma é mais ou menos importante que outras. Todas as palavras presentes aqui, terão a permissão de contradizer-se e de questionar-se depois de terem sido postas como um diálogo do corpo consigo mesmo.

Este lugar terá movimentos, fluxos, questionamentos, imprecisões, indiscrições, e muitas vezes (e por que não?) palavras sem sentido. Não é para explicar, ilustrar, e responder nada. É simplesmente para deixar o corpo falar de si.

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Virtualmente ou não, aqui, daremos ao corpo um espaço de tempo e de lugar onde ele possa falar sobre si mesmo. Não há intenção em identificar suas invenções como artísticas, filosóficas, científicas ou políticas etc., mas, há uma intenção de falar sobre o corpo em variadas dimensões em que estas também se incluem.

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O interesse principal deste espaço é tornar-se território. Um lugar qualquer. Onde corpos venham e se sintam afetados. Bem ou mal, de maneira que possam se sentir repelidos ou atraídos pelos signos presentes. O que importa é que aqui, qualquer corpo sinta-se à vontade para não atrofiar-se e sim, ganhar espaço e existir.

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