Conversar com André é perder a noção do tempo, mesmo que ele não perca tempo tentando definir o que o tempo é. É viajar pelas bordas de vários conceitos que podem começar de um jeito no início da conversa e terminar pelo avesso. Dizem que é isso que os filósofos fazem… criam conceitos, se afetam e afetam o mundo com suas invenções. Ter o silêncio como grande virtude, colocar a mão na terra, experimentações com o próprio corpo e com o outro, bordados, palavras, gargalhadas na beira do mar… e um olhar que descansa no horizonte como limite, natureza, luta e amor ao oco do mundo. Senta que lá vem história.

*

S.T. – Quem é André? Conta um pouco da sua história e do seu dia-a-dia…

Essa pergunta logo no início? As pessoas vão ficar desinteressadas… Vamo lá. Não faço a mínima ideia de quem eu sou. Sei de algumas qualidades, de alguns defeitos, do que eu faço ou deixo de fazer, nada demais. Talvez dizer quem eu sou seja uma besteira, ou talvez isso só possa ser dito no passado: quem eu fui. Talvez só a morte possa trazer um limite que dê sentido a essa pergunta. Aí não é comigo, é para quem fica.

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S.T. – Você já se imaginou sendo entrevistado quando crianca? Como era?

Criança imagina tanta coisa… Devo ter imaginado, se não, não importa, mas não lembro se imaginei. Nunca imaginei sendo entrevistado no presente, agora, adulto. Qual o interesse em entrevistar alguém? A título de exemplo? De palavras, frases? Talvez a entrevista seja algo supervalorizado, ou mais uma coisa que a gente faz, lê, absorve, sem muita consciência e experiência do que fazemos, lemos, absorvemos. Eu só leio entrevistas de quem estou profundamente interessado. A entrevista, para mim, é um bônus, é a oportunidade de ler alguém respondendo a perguntas que não fez. É mais no nível da curiosidade que do estudo que eu leio entrevistas. É mais no nível da curiosidade do desempenho, das maneiras, dos gestos de quem é entrevistado.

S.T. – O que é Filosofia? O que te levou ao encontro dela?

Essa é uma pergunta que eu nunca parei de fazer desde que a fiz pela primeira vez. O que é filosofia? Pra mim é uma das grandes perguntas, porque eu preciso saber o que é isso que eu me propus a conhecer, a viver, a experienciar. Muitas respostas para essa pergunta. Geralmente, e isso é quase como um consenso, os profissionais da filosofia entendem que a filosofia lida com conceitos, mas não há acordo em relação ao modo de lidar com eles. São muitas correntes, muitas visões, muitos métodos (e até não-métodos). Eu me satisfiz com a definição de G. Deleuze: filosofia é criação de conceitos. É por aí que vou. Mas, claro, é preciso perguntar: que é criação? Quando há criação? Que são conceitos? Quando há conceito? Porque é a filosofia que cria conceitos, e não outras atividades? Para uma pergunta aparentemente banal, uma reposta que leva a outras perguntas, que por sua vez levarão a outras. Para mim é assim, filosofia é assim, um constante deslize, um constante movimento em direção ao desconhecido, uma indefinição, se quisermos, mas é também definição, é decisão, como decidir entre usar argila ou cimento para construir uma casa. Esse sentimento de inacabamento, penso que é um ganho da filosofia contemporânea. É interessante pensar que a filosofia foi a primeira a conceber o conhecimento como algo possível, atingível, e talvez a primeira, depois de mais de dois milênios, a conceber o conhecimento como impossível, inatingível. A ciência é diferente, há um sentimento de não conclusão na ciência, mas só porque sempre há algo a conhecer, porque nunca se sabe o suficiente. As filosofias, algumas delas, hoje, pensam o conhecimento como uma impossibilidade. Filosofar é agir, é posicionar-se, é criar, possibilitar, dar existência. Mas há quem pense diferente, há, na filosofia, quem persiga um ideal de conhecimento. E aí a filosofia segue, inabalável, sempre com novas concepções e conceitos, sempre com novas ideias e problemas. Há sempre combatentes, e o cenário da filosofia é como uma arena, mas não é uma arena política, como uma arena grega, como imagino que seja, por exemplo, o ideal de Habermas, pelo que dizem. A arena funciona mais como uma gincana perpétua. Jogos e jogos e jogos: vencendo um, perdendo outro, avançando um grupo, recuando outro, e assim segue.

Não sei muito bem o que me levou ao encontro dela, mas acho que foi meu costume de ler o que aparecesse na frente. O primeiro filósofo que eu li foi Nietzsche, algumas páginas do Além do Bem e do Mal. Escolhi fazer o curso de filosofia por conta da minha paixão pela literatura. Eu tinha que fazer um curso superior, e achava que a filosofia me ajudaria a escrever, a ter sobre o que escrever, a me ajudar a pensar sobre o que escrever. Isso é verdade, de alguma maneira, mas vai depender do escritor que se é. São expressões diferentes, que podem entrar em conflito ou não. A literatura não produz conceitos, apesar de se utilizar deles, quase nunca no texto, mas subterraneamente. Quando eu comecei a entrar na filosofia, de verdade, quando eu comecei a naturalizar ela no meu dia a dia, ela ficou mais divertida, ficou mais parecida com o que é a literatura para mim.

 S.T. – O que é um corpo? O que pode a nudez?

Deleuze toma essa questão de Espinosa, que eu compro, e uso. Um corpo é algo que afeta e é afetado. Mas, segundo Deleuze, tem outra que também interessa: o que pode um corpo? De quais afetos ele é capaz? O artigo indefinido, um corpo. Não é bonito? Não mais o que é o corpo, mas o que pode um corpo, aquele corpo, esse corpo, meu corpo… O que pode a nudez? São questões diferentes, o que pode um corpo é diferente do que pode a nudez. Entendo a nudez mais como um ato, e o corpo como um fato, uma condição. O que pode a nudez? Depende. Depende de quem se desnuda, do que se desnuda, quando, onde, de que maneira. Brinquemos com dois efeitos extremos da nudez: o tesão e o asco. Numa orgia, por exemplo, alguém pode se desnudar e causar asco em outra pessoa, ou pode causar tesão, mas isso não depende só da nudez porque vários fatores são envolvidos em uma situação como essa. A potência de um ato sempre depende do que se envolve a cada vez. Mas a potência do corpo também depende do que o circunda, de quais conexões podem ser efetivadas. É sempre a cada vez que um corpo pode, que uma nudez pode.

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André por crewactive fotografia

S.T. – Qual a sua relação com o silêncio?

(Coração). Acho o silêncio uma das grandes virtudes, para quem a tem. Talvez não exista um só silêncio, mas silêncios. O silêncio do Zen, por exemplo, é diferente do silêncio que eu tento cultivar. De qualquer maneira, normalmente a gente se sente desconfortável com o silêncio, é preciso sempre falar algo, mostrar que sabemos algo, mostrar que já pensamos no assunto, ou que se tem alguma coisa a dizer sobre o que os outros dizem. Explorar algum silêncio, viver ele, é transformador. A gente diz muita coisa, mas o que a gente diz é normalmente uma repetição esvaziada do que já foi dito por outras pessoas. Acho que cultivar o silêncio tem a ver com encontrar uma voz diferente, não esvaziada, com algum valor. O silêncio é engraçado, porque se a gente não encontra essa voz, que não é necessariamente “nossa”, é melhor ficar em silêncio, né? É o que eu tenho pensado ultimamente. Claro que normalmente precisamos falar, é preciso saber o que comprar no mercado, como proceder em um trabalho, o que fazer, etc. O silêncio, esse de que falo agora, é o oposto do desperdício, o oposto da verborragia. É como uma ponte para uma espécie de condensação positiva, onde o que se condensa são as palavras e talvez, de lambuja, as ações.

S.T. – Como foi a sua última gargalhada?

Hahahahahah. Acho que a última gargalhada, daquelas de não conseguir parar de rir, foi com meus pais, que é quando geralmente elas acontecem. Meu pai tem umas tiradas muito boas, que junto com o carinho e a intimidade que eu tenho com eles dão em umas boas gargalhadas. Semana passada soltei uma menos descontrolada, ouvindo uma estória contada por uma recém-amiga-baiana-ariana-frenética, mas não lembro que estória era. Acho que a gargalhada tem a ver com estar confortável, em um lugar confortável, com pessoas queridas, onde a leveza paira e se instala. E mais, não é todo mundo que gargalha, você sabe disso, se não, não faria essa pergunta.

S.T. – Como você define o tempo?

Eu tenho uma dificuldade imensa em pensar o tempo, talvez porque seja algo que não me interesse tanto, como matéria de pensamento. Talvez existam vários tempos, para além do tempo linear, cronológico, histórico, casuístico: tempos quânticos, vazios de tempo, tempos largos e curtos, tempos psicológicos, onde cada um tem o seu tempo. Eu sinto o tempo de maneira careta, eu acho. A memória ainda desempenha em mim uma função importante, e eu não paro de remeter às minhas experiências passadas, como uma maneira de compreender o presente que eu sou hoje. É a concepção escolar da história, do tempo, aquela que todo um sistema de fixação ontológica “impõe”. Mas talvez eu descubra que ainda é pouco, e que, na verdade, eu preciso saltar sobre mim mesmo, esquecendo de quem eu fui, para que hajam novas conexões, novas saídas, para que eu me desfaça, permitindo que passem novas intensidades, permitindo que outras potências se efetivem. Veja, é um problema gigantesco, filosoficamente falando. Nietzsche o enfrentou, Kant, Bergson, Foucault, Deleuze, Heidegger, e vários outros, cada um à sua maneira, de acordo com seus próprios problemas.

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André por Tanto Mar Fotografia

S.T. – Do que você se alimenta?

A gente se alimenta o tempo todo, mesmo dormindo, e nem sempre a gente escolhe do que se alimenta. Nascer em uma cidade como São Paulo, por exemplo, é uma não escolha, e quem nasce aí termina se alimentando de patologias variadas, seja o ar que se respira, seja o grito desesperado que se ouve no metrô. Eu tento escolher bem meus alimentos, porque a vida é curta. Por isso parei de ver filmes de hollywood, televisão, e tento comer o melhor possível. Tenho parado de beber também, mas só porque eu não consigo ler no dia seguinte à bebedeira. É uma questão de critério: quais meus critérios alimentares? Porque comer isso e não aquilo? Mas é um processo difícil e lento, esse de se desfazer dos hábitos que a gente cria desde nosso nascimento. Criar novos hábitos não é fácil, mas quem pensa que tem que ser?

S.T. – O que você sente quando com a mão na terra? O que mudou em sua forma de viver o mundo fazer o curso de permacultura?

Eu gosto de estar próximo da natureza porque me tranquiliza, e aí eu me concentro melhor. Acho que tem a ver com alguma espécie de vibração, não sei. Não sei se eu mudei minha forma de viver o mundo quando fiz o curso de permacultura. Acho que essas mudanças podem acontecer a qualquer momento, basta estar vivo. A permacultura é uma grande inteligência humana, talvez a futura salvação da Terra. Eu gostaria de viver para ver a permacultura se tornar uma cultura dominante. Quem sabe…

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S.T. – Existe algum fato histórico marcante para a humanidade que você gostaria de ter inventado?

Não. Acho que o inventor, quem inventa, não tem muita consciência do que está inventando. Dizem que Thomas Edson tentou mais de mil vezes inventar a lâmpada. Imagine, mil vezes! Que obsessão! Que insistência em algo cujo resultado era desconhecido. Inventar implica desconhecer, em desconhecer os resultados, por isso é uma invenção. Só quem fica, quem vive a invenção, quem experimenta suas possibilidades e desdobramentos, mesmo séculos depois, é que vai ter uma noção mais precisa e abrangente do seu alcance. No mais, os limites da minha existência são só meus, sonhar com algo que eu poderia ter feito, para mim, só me desviaria do que eu procuro traçar.

S.T. – Como está o mundo para você? Há algo que você gostaria de mudar? Como e por quê?

A resposta para essa pergunta está em todos livros que já foram escritos, em todos os filmes que foram feitos, em todas as expressões que encontraram vazão, ou seja, em todas as coisas que já foram ditas e ainda são. Mudando um pouco o foco, a Terra, pelo que dizem, tem mudado bastante. O problema ambiental é um dos graves problemas que as pessoas enfrentam e vão continuar enfrentando por muito tempo. O mundo, o mundo dos humanos, tendo a achar que não houve mudanças significativas no decorrer da história, ao menos da história que eu conheço, a de matriz grega e ocidental. Acho que supervalorizamos os direitos humanos, por exemplo. Não vejo um ganho significativo da Revolução Francesa para cá. Continuamos escravos, doentes, polarizados, só as configurações que mudaram. Acredito que o combate pela liberdade é constante, e cada geração tem que enfrentar os seus próprios problemas. O movimento feminista, a força que ele toma hoje, é realmente incrível, é algo do nosso tempo e seus efeitos, talvez um dia, sejam vistos como uma conquista humanitária, como a declaração dos direitos humanos é vista hoje, com a ressalva de que compreendemos pouco o alcance e efetividade da declaração dos direitos humanos. A grande história é sempre redutora, além de ser um incrível e eficiente instrumento de poder. Eu gostaria de ver as mulheres no poder, acho que seria uma vida mais amena, mais tranquila, menos frenética, menos doente.

Ano passado eu li um texto do Henry Miller que ele escreveu aos 80 e poucos anos. Ele dizia, nos seus oitenta e poucos anos, que é impossível mudar os outros, e que, olhando para trás, eram poucas as coisas que ele sentia que tinha mudado em si mesmo. Talvez a gente não possa mudar nada, mas somente avançar, seguir avançando. O mundo muda porque faz parte da sua natureza avançar, seguir mudando. São coisas diferentes, mudar o mundo, mudança do mundo. E aí Miller fala, mais uma vez, como em muitos outros textos, da aceitação. Aceitação não é resignação. A resignação é passiva, a aceitação é ativa. Pode-se aceitar o oco do mundo e continuar lutando, é isso que eu persigo, luta e amor ao oco do mundo.

S.T. – Como é a conversa entre religião, arte, ciência e humanidade?

Engraçado você não ter mencionado a filosofia. Não sei se entendi sua pergunta. Essa “conversa”, se eu olho para o mundo, me parece sempre caótica, como parece que é normalmente, quando a gente fala da vida. A vida é caótica porquê é feita de matérias maleáveis e acontece por movimentos infinitos. Claro que existem diferenças de graus de maleabilidade e de movimentos, a natureza, por exemplo, deixada por si só, é mais lenta. A diversificação das funções de um ambiente demora um tempo para se diversificar, e pode nem acontecer, como numa região específica como as calotas polares. Quando o humano põe a mão, as coisas mudam, a mudança é mais rápida, seja em direção a algo nocivo para o próprio humano ou a algo benéfico. Toda mudança climática na Terra, essa que a gente vê hoje, só é nocivo para o humano e para a diversidade funcional da natureza. A natureza em si mesma, e isso é interessante, é indiferente às mudanças climáticas. Mesmo o gelo absoluto, o ponto zero onde quase nada se move, continua sendo natureza.

Cada uma dessas disciplinas, à parte a “humanidade”, que não sei o que é, tenta ordenar o caos de alguma maneira. O que tem me interessado, quanto à essa ordenação, é em como se faz isso. Como se faz? Quem faz? Quais os efeitos dos fazeres? São questões pragmáticas, e não questões de princípio. Definir uma “conversa”, para mim, é difícil, porque nem sempre há troca, porque geralmente, quando conversamos, falamos de coisas diferentes, justamente porque partimos de problemas distintos, utilizamos concepções, hábitos e crenças distintos. Uma conversa, se for um verdadeiro encontro, é algo difícil de acontecer, e, quando acontece, é transformador. Pelo contrário, o que eu vejo nas grandes disciplinas, ou nas apropriações dominantes que fazem delas, é uma tendência ao fechamento, à fixidez, à conservação. Uma conversa, uma conversa talvez seja algo onde nada se conserva, onde só há movimento, desenvolvimento, mudança.

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bordado por André

 

S.T. – Como é conversar com uma criança?

Depende da criança. A criança tem essa coisa da sinceridade extrema, do despudor, isso eu acho muito legal. Mesmo que às vezes eu me assuste com essa sinceridade, na maioria das vezes eu acho algo incrível, algo que eu procuro absorver e viver. Seria bom se as pessoas permanecessem crianças até o fim da vida, como Mário Quintana pregava. Seria bom…

S.T. – Qual a sua maior contradição?

Eu não suporto autoritarismo e gratuidade, mas de vez em quando sou autoritário e gratuito. Acho que essa é uma contradição com a qual vou ter que lidar minha vida toda.

S.T. – Qual a última coisa que vc escreveu?

Eu escrevo todo dia. A última coisa que eu escrevi, publicável? Acho que um texto sobre as correspondências entre Henry Miller e Lawrence Durrel. Mas não gostei.

S.T. – Pra você, qual a maior arma revolucionária que existe?

Não acredito em revoluções, a não ser pessoais. Se cada um fizesse a sua própria algo aconteceria, mas se eu quisesse isso, seria querer demais.

S.T. – O que te inspira? O que te tira do sério?

Pessoas me inspiram. Fico realmente admirado com algumas delas. Pouca coisa me tira do sério. Digo duas, lixo e autoritarismo. Mas se eu fosse me abalar toda vez que eu vejo essas duas coisas eu não faria mais nada da vida a não ser me tirar do sério.

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S.T. – Qual a sua frase favorita? Por quê?

Não tenho frase favorita, por mais que minha vida seja povoada por frases. Tem um poema do Manoel de Barros que me ensinou muito, nos últimos tempos. Ele diz assim: “Queria fazer parte das árvores como os pássaros fazem. Eu queria fazer parte do orvalho como as pedras fazem. Eu só não queria significar. Porque significar limita a imaginação. E com pouca imaginação eu não poderia fazer parte de uma árvore, como os pássaros fazem. Então a razão me falou: o homem não pode fazer parte do orvalho como as pedras fazem. Porque o homem não se transfigura senão pelas palavras. E era isso mesmo”. Esse “o homem não se transfigura senão pelas palavras” me quebrou, me renovou. É isso mesmo, o humano e as palavras não se dissociam, não dá para isolar um do outro, a não ser sendo injusto ou descuidado. Desde lá eu procuro as palavras que ponham em marcha transfigurações. Mesmo o silêncio precisa de palavras, atingir o silêncio é uma espécie de transfiguração que é necessária quando há excesso de palavras, quando as palavras deixam de transfigurar, esvaziadas…

S.T. – Existe algum projeto, pessoa ou ideia que você gostaria de ver sendo entrevistado por nós? Por que?

Tem um grande amigo, que eu admiro muito, Daniel Guerra. É um baiano que faz umas coisas muito bacanas no teatro e no audiovisual.

*

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