.

Ele vê poesia na menor possibilidade de rima,

na menor criatividade de algo que é novo,

na maior ruína de algo que é vivo,

na menor beleza daquilo que é morto.

Ele vê poesia exatamente onde ela não chega,

onde ela não toca,

onde ela se distancia.

Porque é naquilo onde ela não existe,

que ele existe na poesia…

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