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Não ter inspiração:

Contar quantas linhas tem uma folha de caderno,

olhar pela janela e contar quantos pássaros passaram,

quantos andares tem o prédio ao lado…

analisar o próprio pensamento em torno daquilo que se esquece quando se tem que lembrar pra escrever,

só pra poder acariciar com a ponta do grafite essa folha de papel…

Como não quis esperar a inspiração chegar, foi preenchendo a folha em branco de mãos dadas as letras…

E deu com um ponto firme o que se chama de final.

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